Velhos Pesadelos

Retorno aos esgotos
Revanche contra Gart

Após uma difícil batalha, Gart usa uma espécie de esfera negra que cria uma área de escuridão ao redor de todos e fugiu. O grupo tentou correr atrás dele, mas não o alcançaram. Identificaram e seguiram seus rastros, até um caminho sem saída.
Investigaram à exaustão, mas não conseguiram achar a passagem secreta que eles tem certeza que existe.
Decidiram, então, retornar para a superfície para descansar e procurar outras pistas. Parte do grupo decide investigar a gangue e parte decide buscar um especialista que possa ajudá-los a encontrar a passagem secreta.
A tentativa de investigação é frustrada por um espião que, ao ser perseguido, conduz o grupo a uma praça movimentada e consegue despistá-los. Contudo, Merielle e Orc’tar encontram um mercenário para ajudá-los. E, acompanhados dele, retornam no dia seguinte para investigar o esgoto na esperança de encontrar a passagem secreta.
Nos corredores do esgoto, contudo, se depararam com Gart e um grupo de bandidos, aparentemente esperando por eles.
Mais uma vez, a batalha é iminente.

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Investigando a morte do Sacerdote de Gond
De druidas e esgotos

Após uma noite de sono aos cuidados dos sacerdotes de Moradin, o grupo, que acabara de reencontrar Torbin, ruma para o beco onde o corpo do sacerdote de Gond foi encontrado. O relato de Lorde Haart não foi convincente e a justificativa de assassinato seguido de roubo parecia errada.
Chegando no beco, encontraram um elfo vestido com roupas de andarilho, investigando a mesma cena de crime. Nevarth, como ele se apresentou, é um druida que, por razões pessoais, estava também investigando o assassinato do sacerdote de Gond. Ele seguia a trilha dos “Corrente Espinhosa”, grupo de bandidos envolvidos com contrabando de animais selvagens, e tinha o sacerdote como aliado e informante. Aparentemente, ele suspeita, a morte do sacerdote teve a ver com o fato de ele também estar investigando a “Corrente”.
Seguindo uma trilha que levava até um bueiro, exploraram uma seção dos esgotos infestadas de stirges e ratos atrozes. O habitante mais incomum, contudo, era um ogro que usava um peitoral de aço cuidadosamente forjado e empunhava um martelo de batalha ameaçadoramente.
A batalha era iminente. Mas que lado sairá vitorioso?

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O antigo templo de Gond
Novos aliados para a jornada

O grupo iniciava os preparativos para retornar para Portão de Baldur quando ouviu um ruído de passos pesados pelos corredores. Duas pessoas, um meio-orc de amardura e espada descomunalmente grande em punho, e uma maga elfa de aparência imponente, eram os seus causadores. Após uma conversa tensa entre o sacerdote de Moradin e o meio-orc, os ânimos se acalmaram um pouco e a mensagem que os dois tinham ficado de entregar ao grupo pôde ser passada.
Por solicitação do templo de Gond, Samuel deveria retornar com brevidade, pois algo tinha afastado o atual líder do templo do seu cargo, e Samuel seria o próximo (e único) na linha de sucessão. Isso, contudo, representava um problema, pois Samuel estava desaparecido.
Retornaram, então, ao templo para explicar a situação e tentar achar uma solução para o problema. Porém uma solução não seria simples, pois o líder do templo havia sido assassinado. “Um assalto em que o infortúnio ocorreu. Bem comum naquela região da cidade” foi o relato de Lorde Haart sobre o ocorrido, quando o grupo foi até ele questionar sobre o assunto.
Nesse mesmo encontro ouviram falar dos “Falcões Peregrinos”, grupo de mercenários que firmara um acordo com a guarda da cidade para patrulhar a região ao sul de Portão de Baldur, passando pelo Forte da Vela, até a fronteira sul com Amn. Conheceram também o seu líder, cujo nome não descobriram, mas sua beleza e postura de combatente veterano era impressionante.

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